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O Dia da Música 2017 tem mais de 100 shows gratuitos na capital paulista

Além do palco do Conselho Curador no Largo da Batata, atrações como Patife Band, M. Takara, Brisa Flow e Msário se espalham por todas as regiões da cidade

Com patrocínio da Vivo e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a terceira edição do Dia da Música acontece no dia 24 de junho com mais de 100 shows gratuitos em São Paulo.

A partir das 14h30, o palco do Conselho Curador, no Largo da Batata recebe o Rimas & Melodias mostrando a potência feminina no rap, r&b e neo soul. As melodias ensolaradas do pernambucano Barro preparam caminho para seus conterrâneos do Mombojó revisitarem as atmosferas mais suaves de seu repertório. Jazz, batidas de hip hop e brasilidades raras são as bases para seguir viagem com o instrumental contemporâneo do Mental Abstrato. Bronze apresenta o folk rock introspectivo de seu disco de estreia “Inverno”. Da prolífica cena goiana, a BRVNKS traz seu pop rock de influências noventistas distorcidas. Encerrando a noite, o Ludovic leva ao palco seu sempre catártico show que, há mais de 15 anos, os coloca como um dos principais nomes do rock alternativo brasileiro.

Do outro lado do Largo, próximo ao Mercado Municipal, os Sinewave e Howlin’ Records promovem uma batalha de shows: de um lado, Cadu Tenório, Ralo, Jupiterian, Emicaeli, Patife Band, Loomer e Macaco Bong; do outro Vapor, Blues Drive Monster, Stase, Color for Shane, Sky Down, Gomalakka e Miêta.

Ainda na zona oeste, Cadu Tenório e Juçara Marçal apresentam Anganga na Casa do Mancha. O coletivo sócio-musical A Porta Maldita reúne na Praça General Oliveira Alvares nomes do rock alternativo de raízes brasileiras: Amoradia do Som, Caraudácia, NÃ, Pitaias, Zumbi e o Folclore, Mamamute, goldenloki, Um Quarto e largato!?. Com uma fina escolha de reggae e dub, a Fatiado Discos apresenta Sistah Chilli e Gustavo Dread, Michel Irie e Jah Walla e AghataSaan; e o Estúdio Costella recebe o rock pesado do matogrossense Fuzzly e os riffs poderosos dos cariocas do Barizon.

Uma seleção caprichada da música eletrônica experimental em suas diversas vertentes pode ser vista a partir das 17h no palco do Breve, na Pompéia. Vale prestar atenção nos sintetizadores femininos de Érica, Juliana R. e Luísa Putterman. O som etéreo do projeto Nuven e do Formafluida, o synth-punk de Retrigger, os improvisos de Yatho e o live set de SAKR completam a programação da casa.

O Festival Move that Jukebox, comemora dez anos de existência do blog no estúdio Family Mob, na Lapa. Às 15h, o Falso Coral mostra o diálogo entre o pop e o alternativo usando a viola caipira como base. Também poderá ser visto o encontro do pop com a MPB de Aloizio e o rock experimental com elementos de eletrônica do Bratislava.

Na região central, a Associação Cecília fez uma parceria com a Sêla em um palco exclusivamente de mulheres. A rapper feminista Brisa Flow e a sergipana Marcelle, que recentemente lançou seu segundo disco, Equivocada, se juntam a Marina Melo, Paula Cavalciuk, Camila Garófalo e Nina Oliveira. Próximo dali, na rua Ana Cintra, o Morfeus tem programação voltada ao hip hop com Yannick, Eloy Polemico e Msário.

O Dubstep na rua! leva os soundsystems SubVertentes, Aghata Saan, Nightlight, DJ FLX, Alienação Afro Futurista, Redíneas, Anshu Sound, Korsain, Ganesh, Cavalaska e Abiduzidub para a Avenida São João. Já na rua Riachuelo, Social Chaos punx, OdioSocial, Charlotte Matou um Cara e Social Chaos fazem a festa punk no Centro Cultural Zapata.

A região da Paulista também recebe nomes de destaque da cena experimental no Hotel Bar. O virtuoso Maurício Takara mostra seu trabalho autoral de codinome Cavulcão, seguido por seu companheiro de Hurtmold, Guilherme Granado, que estará com Leandro Archela como Bode Holofonico. ACruz Sesper e Black Snake 808 completam a grade.

Na funhouse, o dia começa com o folk da Atalhos, seguido por duas bandas tradicionais da cena paulistana, Holger e Garotas Suecas, que apresentam novos repertórios. A Passagem Literária da Consolação propõe uma viagem a sonoridades dos anos 60 com shows de Os Artefactos, Os Estilhaços, Modulares e The Charts.

 

ALÉM DAS PONTES

Na zona norte, o Skate Park Freguesia do Ó recebe a noite roqueira organizada pelo projeto Espremedor, com Monaural, Sisters MindTrap, Projeto Trator e Z13. Na zona sul, as bandas Bar Do Moe's, The Melties, Gu-ê-Crig, Guetto Hardcore e Molotov Conspiracy compõem o line up do Comando Underground no Capão Redondo.

A zona leste tem dois palcos apoiados. Na Casa de Cultura do Itaim, também é o indie rock noventista que dá as caras, com shows do Loomer, Justine Never Knew The Rules, the john candy e The Concept. Na Vila Guarani, a sede do time de várzea Colina F.C se transforma num palco de hip hop, com destaque para o rap feminista de Mulheriu Clã, Brisa Flow e A's Trinca que se somam aos Aliados da Sul, Koab MC, Cupula SoulRap, Airan o Turco, Rica Silveira, Neto Poeta, GGF A Família, D'Bronks e JPA Epycentro.

Circuito não apoiado

Teremos o palco da Howlin’ Records também estará no Largo da Batata, juntamente com o palco apoiado Sinewave, promovendo uma batalha de sons extremos e experimentais. 

No centro da cidade, na Trackers, o Palco Black Embers Fest faz noite dedicada à música experimental, ao metal e ao rock alternativo com sete atrações: Kid Foguete (SP), Surra (SP), Aphorism (BA), Travelling Wave (SP), Siege of Hate (CE), Guro (PR) e Frieza (GO).  

Na zona leste, o palco Sede Grupo Rosas Periféricas tem uma programação que vai do rap ao eletrônico com seis artistas do estado: Rodrigo Goes e Armatese, Carlos Patricio, Nina Oliveira, A’s Trinca, DMN e Fuga Operária. 

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