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Luís Capucho

MPB

Niterói, RJ

Aceita tocar no próprio estado

Integrantes

  • Luís Capucho - Violão
  • Felipe Castro - Baixo

Site do artista

Biografia

Nascido no Espírito Santo, em 1962, Capucho é conterrâneo de Roberto Carlos e Sérgio Sampaio, sendo natural da mesma pequenina Cachoeiro do Itapemirim. O rei ele ouviu desde criança, como havia de ser. O mais maldito dos malditos, ele só conheceu quando já era estudante universitário, no Rio de Janeiro. A tentativa de traçar uma linha entre três artistas tão autênticos, apesar de ser tentadora, parece também, no mínimo, difícil.
A mudança para o Rio ocorreu quando Capucho era ainda adolescente. Cursou letras na Universidade Federal Fluminense e começou a se interessar pela música aos 20 e poucos anos. Suas primeiras composições foram parcerias com o contemporâneo Marcos Sacramento. Sacramento o apresentou a Suely Mesquita, que por sua vez o apresentou a Mathilda Kóvak. Os três se tornaram os principais parceiros de Capucho, que reveza composições colaborativas com obras totalmente autorais.
Com a carreira de músico interrompida pelas sequelas de um coma, em 1996, Capucho ingressou na literatura lançando, em 1999, seu primeiro e elogiado romance “Cinema Orly”. Ousando tocar em tabus, o livro trata com delicadeza e amor a rotina, especialmente sexual e gay, de um cinema pornô do centro do Rio de Janeiro. Carregada de referências autobiográficas e explorando aspectos da cultura e sexualidade homossexuais, a obra literária de Capucho é composta ainda por “Rato” (2007) e “Mamãe me Adora” (2012). Juntos, os três romances constituem um belo antídoto contra a culpa e um poderoso texto que vai muito além do engessamento heteronormativo que hoje insiste em se impor, mesmo sobre movimentos de direitos LGBTs.
Recuperando-se das sequelas do coma, em 2003 Capucho já consegue adaptar sua voz e seu modo de tocar violão a uma nova maneira de fazer música. Assim lança, naquele ano, seu primeiro CD: “Lua Singela”. Com canções inéditas e versões de músicas já conhecidas na voz de outros intérpretes, o disco é composto principalmente de parcerias com velhos companheiros de geração e tem produção de Paulo Baiano. Também produzido por Paulo Baiano, “Cinema Íris”, de 2012, traz principalmente melodias e letras compostas por Capucho, aprofundando os recursos de sua nova musicalidade e também na carga emocional de sua obra. Em 2013 o compositor trouxe à luz “Antigo”, seu terceiro álbum que foi produzido a partir de um raríssimo registro da voz e interpretação de Capucho nos anos 90, antes de ter sua voz afetada em decorrência do coma naquela mesma década.

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Shows

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Playlist do artista

Poema Maldito

Generosidade

O Camponês

Cavalos

Velha

Eu quero ser sua mãe

Maluca

Cinema Íris

A música do sábado

Máquina de escrever

Outras músicas: La nave va, Mais uma canção do sábado, Os gatinhos de Pedro, Soneto, Meu Bem, Formigueiro

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