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Sociedade Musical Lira de Apolo

Instrumental, MPB

Campos dos Goytacazes, RJ

Aceita tocar em todo Brasil

Integrantes

  • Ricardo de Azevedo - Maestro
  • Antonio Carlos Vangarges dos Santos Fonseca - Saxofone Alto
  • Álvaro Martins Siqueira - Clarinete
  • Ademir Barreto da Silva - Trombone
  • Glauferson Santiago Ribeiro - Bombardino
  • Carlos Zalberto Boa Morte Filho - Trombone
  • Alcyr Rossi Rocha - Flauta Transversal
  • Vanessa de Fátima Nascimento Nogueira - Clarinete
  • Sérgio Luis da Silva - Clarinete
  • Reinaldo do Nascimento Filho - Clarinete
  • José de Azevedo Primo - Clarinete
  • Marcos Antônio das Dores Francisco - Clarinete
  • Leila Cerqueira da Silva Almeida - Saxofone Alto
  • João Gonçalves de Almeilda - Saxofone Tenor
  • Jorge Almeida - Saxofone Tenor
  • Andreia Manhães Porto - Saxofone Tenor
  • Newton de Sousa Maciel - Trompete
  • Mário Gonçalves - Trompete
  • José Lucas Soares Lobo - Trompete
  • Josias Fernandes de Resende - Trompete
  • José Pio de Sousa - Trompete
  • André Fiusa de Castro - Tuba
  • Luiz Gomes da Silva - Percussão
  • Adeval Gomes - Percussão
  • Guilherme Vicente Izidoro - Percussão
  • Oderaldo da Glória de Jesus - Percussão
  • Flaviano de Sousa Carvalho - Tuba
  • Helcio Santos - Clarinete
  • Elisangela Manhães Porto - Trompete
  • Rafael De Souza Dos Santos - Clarinete
  • Rafaela De Souza Dos Santos - Flauta Transversal
  • Maria Clara De Melo Porto - Clarinete
  • Gabriela Maia - Clarinete

Onde já tocou

A Lira de Apolo esteve presente e tocou em grandes acontecimentos de Campos, como a inauguração da Usina Santa Cruz; Liceu de Humanidades de Campos; Teatro Trianon; Biblioteca Municipal de Campos; recepcionou o presidente Getúlio Vargas, e, na campanha presidencial em 1950, para o presidente Eurico Gaspar Dutra; na inauguração do novo prédio dos Correios; para o presidente Juscelino no Rio; na chegada do presidente João Goulart; foi a banda oficial do Tiro de Guerra (1929); instalação da TV Norte Fluminense; na inauguração do Sandu em Campos e em muitos outros eventos. A Sociedade Musical Lira de Apolo, que foi fundada em 19 de maio de 1870, nunca cessou suas atividades de modo que tem uma programação de apresentações definida todos os anos. Entre as mais recentes, à nível local pode-se citar, por exemplo, a retreta de Natal em frente ao museu municipal de Campos em 23/12/2016, marchinhas de carnaval na festa beneficente da UENF "Ressaca na Villa" em 04/03/2017 e tocata em comemoração ao dia internacional da mulher que ocorreu no Boulevard Francisco Paula Carneiro, no centro de Campos, em 08/03/2017. Além disso, a banda também já se apresentou em outros municípios como Cabo Frio, São Fidélis e Rio das Ostras.

Site do artista

Biografia

Histórico da Sociedade Musical Lira de Apolo

Foi precisamente a 19 de maio de 1870, que um grupo de apaixonados pela divina arte, fundou uma filarmônica, origem da consagrada, popular e querida “Sociedade Musical Lira de Apolo”, pelo músico Manoel Baptista Pereira de Castro, o músico e funileiro, Rodolpho D’Oliveira, charuteiro Lourenço Antônio Soares e o funileiro Bernardo Bento Alves e fazendo parte dela, componentes da antiga e pequena banda campista, Banda de Santa Cecília.
O primeiro regente e primeiro presidente Manoel Baptista de Castro, a dirigiu até 1882. A Lira de Apolo tem como padroeira Nossa Senhora da Glória e suas festas eram realizadas no mês de agosto, na igreja da Boa Morte. Em 1880, o seu rico estandarte rubro com traçado de ouro, foi bento com grandes festejos na Igreja da Boa Morte. Sua primeira sede, alugada, era na rua da constituição nº 37, hoje Av. Alberto Torres. A Lira de Apolo passaria muitos anos sem ter pouso certo, até ter sua própria sede. Somente em 1909, surgiu a campanha para aquisição de terrenos. Destaca-se entre outros, é verdade, as figuras de: Estevão Samary, Balduino Teixeira Almada, Manoel Machado e Heitor Pererira da Silva.
Os terrenos do local onde está erguida a majestosa sede social da lira de Apolo foram comprados por quatro contos e duzentos mil réis. E como não havia dinheiro para o início da construção, um deles foi vendido por um conto de réis, exatamente onde havia a Confeitaria Americana, depois a Bombonière Rex, hoje uma loja de calçados.
A construção começou em 1912, graças a donativos e a boa vontade dos associados e da população. A sociedade sempre ocupou o 1º andar com sala de ensaio e sala de honra, para solenidades; desde a construção do prédio, que a parte térrea foi destinada a ser ocupada por duas casas comerciais alugadas, assim aumentando a renda econômica da Sociedade.
O prédio edificado com características ecléticas revela em seus belos adornos o amor e a paixão que seus músicos dedicam a essa preciosa arte. Os trilhos de trem usados como ferragens nas construções foram trazidos da estrada de ferro Leopoldina. As pedras, para o alicerce, foram trazidas às escondidas da polícia, do Rio Paraíba do Sul. A inauguração festiva tivêmo-la em 1914, quando a Lira de Apolo entregou ao progresso da cidade de Campos o seu esplêndido edifício de linhas arquitetônicas arrojadas.
No salão de honra foram recepcionados grandes nomes do nosso país. No dia 20 de novembro de 1891, o majestoso maestro e compositor Antônio Carlos Gomes, quando esteve em Campos, hospedou-se no Grande Hotel Gaspar. Compareceu à noite no Theatro São Salvado, e ao findar o espetáculo, foi acompanhado até o Hotel, pela Lira de Apolo e grande multidão, sendo saudado pelo povo e, falando em nome deste, o Dr. Jeronymo Motta. A Lira de Apolo esteve presente na ocasião da visita de Dom Pedro II e da Família Imperial, em 14 de junho de 1875. Nesta data foi lançada a pedra fundamental da estação Campos, da Estrada de Ferro Carangola. A Lira de Apolo esteve presente em todos os grandes acontecimentos de Campos, como a inauguração da Usina Santa Cruz; Liceu de Humanidades de Campos; Teatro Trianon; Biblioteca Municipal de Campos; recepcionou o presidente Getúlio Vargas, e, na campanha presidencial em 1950, para o presidente Eurico Gaspar Dutra; na inauguração do novo prédio dos Correios; para o presidente Juscelino no Rio; na chegada do presidente João Goulart; foi a banda oficial do Tiro de Guerra (1929); instalação da TV Norte Fluminense; na inauguração do Sandu em Campos e em muitos outros eventos.
Em 1976, foi na sede da Lira de Apolo, que houve a primeira reunião para a realização do Encontro Federal de Bandas Civis, em conjunto com o MOBRAL, e, portanto em consequência disto, em 1976 aconteceria o I Encontro de Bandas Civis do Estado do Rio de Janeiro. Ainda em 1976, a Lira de Apolo foi vencedora do II Encontro Estadual de Bandas e se apresenta na fase final do encontro na Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro, sagrando-se vice-campeã. Em 1980, a Sociedade Musical Lira de Apolo obtém o terceiro lugar, tendo participado com trinta e oito bandas.
Em 1982, vence o Encontro em Cabo Frio.
Em 1996, sagra-se campeã do XXI Encontro em São Fidélis.
Em 1997, sagra-se vice-campeã no XXIII Encontro realizado em Rio das Ostras.

A seguir, veremos a relação dos Regentes da Sociedade Musical Lira de Apolo desde a sua fundação, em 19 de maio de 1870:
1º. Manoel Baptista Pereira de Castro
2º. Lourenço Antônio Soares
3º. José Ferraz
4º. Joaquim Barbosa Fiúza
5º. Juca Chagas
6º. Álvaro de Andrade Reis
7º. Etienne Samary
8º. Manoel Torres Figueiredo
9º. Ricardo de Azevedo

Em toda a sua existência, tem mantido escola para aprendizes de música, assegurando a manutenção de seus quadros. A Sociedade Musical Lira de Apolo tornou-se então um marco histórico, cultural e social da nossa querida Campos dos Goytacazes. Em 2014 foi vencedora do Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. É um estandarte na luta pela preservação da nossa cultura e resgate da nossa história. Era ela que na sua formação, quem marchava pelas ruas da cidade arregimentando voluntários para combaterem na Guerra do Paraguai. É ela, a mesma Lira varonil, que hoje toca, convocando nosso polo para a luta na guerra contra o tempo e a destruição de tão rico patrimônio.
Reconhecendo tal valor, o prédio (ou o que restou dele) foi tombado pelo I.N.E.P.A.C. – (instituto Estadual do Patrimônio Cultural), em conformidade com o inciso II, art. 5º do decreto º 5.808, de 1982.
Numa manhã de domingo, quando terminava a missa da Catedral de São Salvado, 19 de Novembro de 1990, a sede da Lira de Apolo, sofre um incêndio, e as lutas de seus antepassados se transformaram em cinzas...
...Mesmo nas cinzas,
Nossos instrumentos não se calaram.


Ricardo de Azevedo – Regente e Presidente

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Playlist do artista

A Banda

Cisne Branco

Marcha Brasil

Outras músicas: Dobrado 1870, Ave Maria no Morro , My Cherie Amour, Mulher, Especial Anos 70, Luar de Paquetá, Rio Quatrocentão, Gosto que me Enrosco , Carinhoso , Rosa, Em um Mercado Persa , Honra ao Mérito

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