Logotipo do Dia da Música

Breno Branches

Alternativa, MPB, Pop

Belém, PA

Aceita tocar nas cidades:
- São Paulo - São Paulo

Integrantes

  • Breno Branches - Mais de um instrumento
  • Mateus Pereira - Bateria
  • Gustavo Mesquita - Baixo

Onde já tocou

- Belém (PA)
- Curitiba (PR)
- Joinville (SC)
- Goiânia (GO) [Em Março/17]
- Brasilia (DF) [Mar/17]

Site do artista

Biografia

A música começou muito cedo em minha vida. Uma das minhas primeiras lembranças de vida é pegar uma bicicleta velha que eu tinha em casa, e fingir que as rodas dela eram mixers de DJ. Fiz tudo aquilo que as crianças fazem. Também batuquei em panelas. Minha mãe me pegou diversas vezes todo arrumado na frente do espelho brincando de estar fazendo um show com minha guitarra de brinquedo. Sou de origem pobre, então meu acesso ao conhecimento era muito limitado.

Eu não tive pai, então minha mãe tinha que trabalhar em dois empregos para que pudesse nos sustentar. Assim eu fui crescendo, sobrevivendo e me educando como podia. A música sempre esteve em meu coração. Mesmo sem saber tocar nada, gostava muito de cantar. Acompanhava as músicas em videoclipes na televisão e cantava junto com elas; sempre tentando estar afinado, tentando achar uma forma de cantar em que me agradasse. Treinando, inconscientemente, pra ser um melhor vocalista. Era difícil não ter dinheiro. Era difícil querer fazer algo e não poder por simplesmente não ter oportunidade de adquirir aquilo.

Aos 12 anos eu era muito amigo do dono de um Cybercafé perto de casa. Às vezes ele me deixava entrar lá para imprimir tablaturas de músicas. Mesmo que eu não soubesse toca-las. Passei por anos e mais anos da pré-adolescência treinando as músicas naquela mesma guitarra de brinquedo, por não ter como conseguir um instrumento melhor, ou ter a oportunidade de estudar sobre o instrumento.

Com o passar dos anos meu interesse pela música sofreu muitos impasses pela minha família. Em minha primeira banda eu era o vocalista. Não fazia ideia de como tocar, mas eu cantava. Minha família não gostava que eu fizesse shows, em algumas situações nem sequer deixava eu tocar, ou ir a ensaios.

Em algum momento algo deve ter tocado o coração da minha mãe, que gastou o pouco que tinha pra me dar o meu primeiro violão. Ele era um violão super usado, de um valor que hoje seria uma “pechincha”, mas eu sei como aquilo foi recompensador pra mim. Eu me senti muito feliz. Dormia com o violão ao lado. Todo dia eu praticava. Por seis, até dez horas por dia.

Em menos de uma semana eu já estava dominando o violão, e escrevendo minhas próprias composições. Eventualmente estudei e acabei me aprofundando no mundo da música e gravação. Produzi minhas primeiras músicas “demo”, que pra minha surpresa acabaram circulando em rádios da Inglaterra! Dei entrevistas, toquei ao vivo, e conheci muita gente legal e nova. Tudo pela internet. Fruto dessas gravações que fiz.

Continuei em uma banda, e produzindo minhas canções solo. Chegou um momento que decidi fazer músicas em Português. Foi quando o “Que Bolero” foi lançado. A repercussão do disco foi incrível, ele tocou em rádios do Brasil, e recebi diversos elogios; porém acabou complicando.

A essa altura eu já estava na faculdade, trabalhando, e tendo que conciliar o meu tempo entre TCC, trabalho, e os estudos de outras disciplinas. Foi quando a depressão e as crises de ansiedade começaram a vir com força. Dificuldades não pareciam acabar. Me vi totalmente sem forças pra conseguir administrar minhas músicas ou lidar com minha carreira. Felizmente foi tudo naturalmente indo aos seus eixos, e agora eu retorno mais uma vez, com a produção de um novo disco, e seguindo firme com minha carreira. Continuando focado em inspirar a fazer o que ama através da música.

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Shows

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Playlist do artista

Do Trem

Temporal

No Final Da Noite

Rigoroso Inverno

Saudades do Cobertor

Foi-se O Tempo

A Rua

Cartas Nas Paredes

O Silêncio Assombra

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Dúvidas/FAQ