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Banda Musical de Quatis-Corporação Nossa Senhora do Rosário

Instrumental, MPB, Pop

Quatis, RJ

Aceita tocar na própria cidade

Integrantes

  • JOSÉ FLÁVIO PEREIRA - REGENTE
  • MICHAEL DE JESUS GOMES - CLARINETA
  • ANTONIO ATAÍDE DA CUNHA - CLARINETA
  • SWILEY JERONIMO RIBEIRO - CLARINETA
  • RANGEL BARROS CLAUDINO - CLARINETA
  • JOAO VÍTOR DOS SANTOS - TROMPETE
  • MARCELLI DE SOUZA SILVA - SAX ALTO
  • SÍLVIO CEZAR DE JESUS - SAX ALTO
  • RONALDO SILVA OLIVEIRA - SAX ALTO
  • VERA MARIA DE BARROS FONSECA - SAX ALTO
  • JOSÉ VÍTOR FILHO - TROMBONE
  • VICTOR GONÇALVES DE CARVALHO - TROMBONE
  • MOISÉS DA CRUZ FERREIRA - TROMBONE
  • JÉSSICA PEREIRA - TROMPETE
  • JEISON PEREIRA - CLARINETA
  • JÚLIA BRITO - TROMPETE
  • JOÃO JÚNIOR - CLARINETA
  • EDIMILSON EMANUEL FONSECA ALVES - TUBA
  • LUCAS CRUZ OLAVO - TUBA
  • JOSÉ GONÇALVES - TUBA
  • ISAC FRANCIS CESÁRIO - TUBA
  • WILLIAN GONÇALVES DE SOUZA - SAX TENOR
  • LUIZ CARLOS DE ALMEIDA - BOMBARDINO
  • CRISTIANO RIBEIRO DA FONSECA - BOMBARDINO
  • THIAGO MATEUS DE ALMEIDA DA SILVA - TROMBONE
  • CLAUDIO SALES OLIVEIRA - Percussão
  • DAVID JACKSON ANSELMO - CLARINETA-SPALLA DA BANDA

Onde já tocou

Teatro João Caetano Rio de Janeiro
Andrelândia e Santa Rita do Jacutinga (encontro de bandas de música)-MG
Feira da Roça no próprio município.

Site do artista

Biografia

Corporação Musical foi fundada em 31 de março de 1968. Seu idealizador e primeiro presidente foi Sebastião Martins Gonçalves. Ele convidou para uma primeira reunião, em 28/03/1968, os senhores Theófilo Xavier, Gumercindo Bento dos Prazeres e mais José Carlos Oliveira, José Germano de Almeida, Francisco Araújo Batista, José Leite e Antônio de Paula Pacheco. Três dias após, em 31 de março de 1968, formava-se a primeira diretoria assim composta:
Presidente: Sebastião Martins Gonçalves
Vice-presidente: Francisco Fonseca
Primeiro secretário: José Milton Alves
Segundo secretário: João de Mesquita Resende
Primeiro tesoureiro: Miguel Ângelo de Carvalho
Segundo tesoureiro: Antonio de Paula Pacheco
Diretor social: José Germano de Almeida
Vice-diretor social: Antonio de Paiva
Conselho fiscal: Titulares – José do Nascimento e José Carlos Porto | Suplentes – Theófilo Xavier e Clóvis Leite
O nome de Corporação Musical Nossa Senhora do Rosário foi sugestão do Sr. Gumercindo Bento dos Prazeres em homenagem à padroeira local.
O primeiro maestro foi o Sr. Ramiro José Vicente. Interessante destacar sua orientação para que os alunos se adaptassem aos ritmos e andamentos musicais: fazia uma marcha a Porto Real todo fim de semana. O Sr. José Pinto foi o segundo maestro. Trabalhou muito e, por diversas vezes, sem remuneração. Com seu falecimento assumiu o Sr. Cassiano e, a seguir, o Sr. José Amador. Nos intervalos, quem assumia a frente da corporação era o Sr. Francisco Araújo Batista.
Em Ribeirão de São Joaquim, aconteceu sua primeira apresentação, a qual rendeu algum dinheiro (10% para os músicos e o restante para ressarcir o Sr. Floresta de gastos anteriores). Essa apresentação deveu-se a convite do Sr. Aliata, que exigia a presença da banda em todas as festas por lá realizadas. Tocavam também em eventos cívicos e sacros, tanto em Quatis quanto fora daqui.
Nos anos 1970, o Sr. Antonino Sampaio (Magé) foi maestro da banda, mas por pouco tempo. Por falta de recursos para manter um maestro, decidiram permanecer sem atividades por mais ou menos dois anos. Em julho de 1975, em festa no bairro Mirandópolis, tocaram após convencer o Sr. Theófilo a emprestar os instrumentos. O Sr. Francisco Araújo decidiu não devolvê-los, por lembrar-se que o fundador, antes de morrer, pediu para que não deixassem a banda acabar. Para amenizar essa apropriação e alguma providência contra sua pessoa, o Sr. Francisco convidou o Sr. Rui Xavier, filho do Sr. Theófilo, para dividir com ele as responsabilidades de direção da banda. Estudou muito, alugou imóvel por sua conta e passou aos companheiros o que aprendera.
Com a emancipação do município, a Corporação Musical passou por altos e baixos. No primeiro mandato, não houve ajuda alguma. Com o segundo prefeito, assinou com a prefeitura um convênio, passando a participar de diversas atividades e a receber cestas básicas. Com a eleição do terceiro prefeito, perdeu o que havia conquistado e ficou inativa por quatro anos. Com o retorno de Alfredo José de Oliveira para a prefeitura, renovaram a parceria até ao final de seu mandato: uma cesta básica por mês, vale transporte para os músicos vindos de fora.
De meados de 2011 a final de 2013, a Prefeitura Municipal contribuiu mensalmente com a Corporação Musical, permitindo a remuneração mensal dos músicos e outras despesas menores. O Convênio foi renovado em agosto de 2014 e aditado em 2015 com encerramento em julho de 2016, havendo incerteza quanto a nova extensão de prazo em razão de novo mandato a ocorrer em janeiro de 2016. Apesar da importante participação da prefeitura municipal os recursos não são suficientes para cobrir despesas de reparos de instrumentos, aquisição de materiais de reposição, pagamento de professores, despesas com contabilidade e cartorárias e materiais de limpeza, entre outras. Em razão de impossibilidade contratual a aquisição de instrumentos não é prevista nos termos do convênio.
A nova gestão, exercida pelo seu atual presidente, Rômulo Ferreira de Carvalho, ampliou o projeto da Corporação Musical Nossa Senhora do Rosário de forma a incluir aulas de teoria musical e aprendizes de pífaro, com a necessidade de recursos adicionais.

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